Mariologia de São Francisco de Assis: a Porciúncula, a antífona Sancta Maria Virgo e a Saudação à Virgem revelam Maria como Virgem feita Igreja, Esposa do Espírito Santo e plenitude da graça, em profunda visão trinitária e cristocêntrica.
Como Hans Urs von Balthasar revela Maria como o coração do drama da salvação? Descubra por que a Virgem é a chave teológica da Igreja, da beleza divina e do mistério cristão.
Mergulhe na «arte da oração» proposta por João Paulo II em Novo millennio ineunte e descubra, à luz de Maria, como a oração trinitária conduz à santidade e à autêntica mística cristã, vivida com simplicidade no quotidiano de Nazaré.
Um aprofundamento teológico sobre a vocação à santidade “nas pegadas de Maria”, apresentando a Virgem como código vivo de graça, fé e representatividade, à luz da Escritura, da tradição da Igreja e da cristiformidade.
Como o rosto de Maria, na tradição cristã, responde à cultura dominada pelas imagens? Descubra como o ícone mariano educa o olhar, combate a idolatria visual e conduz à contemplação, à fé e ao encontro com Cristo.
Quer entender por que Maria é chamada de mestra da vida cristã? Este texto mostra, passo a passo, como ela ensina a contemplar Deus, escolher com liberdade, viver em Cristo, ser dócil ao Espírito, amar com autenticidade e confiar-se ao seu Coração materno.
Descubra como Maria, Serva do Senhor, revela o caminho da vida, da humildade e da beleza na criação, iluminando o sentido cristão da fé, da esperança e da missão no mundo.
Epifania e Batismo do Senhor: luz de Cristo, Magos, Teofania no rito bizantino, leituras bíblicas e patrísticas e unidade Oriente-Ocidente na liturgia.
Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus (1º de janeiro). História litúrgica e reflexão mariológica sobre a divina maternidade, virgindade perpétua, linguagem conciliar e o significado da Encarnação para a fé e a vida da Igreja.
Meditação dos cinco Mistérios Gozosos a partir do Evangelho de São Lucas, para iniciar o novo ano acolhendo a vontade de Deus com Maria e pedindo a intercessão de São Francisco e Santa Jacinta Marto.
Presépio: mais que enfeite de Natal, é uma “arquitetura do mistério” que forma o olhar e conduz da ternura à adoração. Entenda a etimologia, o sentido teológico da presença, os riscos do sentimentalismo, a passagem da igreja para a casa e a mariologia implícita no presépio: Maria como receptividade perfeita da Encarnação e “aquela que mostra Jesus”.
No Natal, a liturgia nos coloca diante de um gesto simples e decisivo: “prostraram-se e O adoraram” (Mt 2,11). Os Magos, os pastores, e também Maria, em silêncio, reconhecem que, naquela Criança, não está apenas um sinal de Deus, mas o próprio Deus que se torna próximo.
Reflexão mariana sobre “Ave, Maria, nossa esperança”: Maria no centro do desígnio da salvação, Mãe e Virgem, estrela da esperança que conduz a Cristo, Caminho, Verdade e Vida.
Reflexão mariológica a partir de Bento XVI em Fátima e da Lex orandi: em que sentido Maria é redentora no Redentor e associada, de modo único, à obra da salvação.
Analisamos a Nota «Mater populi fidelis», o debate sobre o título Corredentora e os títulos marianos à luz da mariologia, do Vaticano II e do magistério recente.
Descubra por que Maria, Mãe da Esperança, nos conduz a Cristo, fortalece a nossa pertença à Igreja e inspira a viver o Ano Jubilar na confiança e na paz.
Entenda a Nota «Mater populi fidelis» e por que a Igreja revisa títulos marianos como Corredentora e Mediadora de todas as graças à luz do Vaticano II.