Maria em Cristo nos reconcilia entre nós para fazer da humanidade uma família de irmãos. Cristo derruba a inimizade, o Magnificat denuncia as divisões, e a família e a oração sustentam a fraternidade.
Maria em Cristo nos reconcilia com Deus, conosco mesmos e com os outros. Um estudo mariano e antropológico sobre decisão, interioridade, misericórdia e vida eclesial.
Como abrir-se a Cristo com Maria para ir ao encontro de Deus? Um texto profundo sobre fé, silêncio, Magnificat e reconciliação: do kairós do Evangelho ao perdão pascal e à Igreja nascida da Cruz (Mc 1, 14-15; Jo 20, 21-23).
Como Maria, em Cristo, nos reconcilia com Deus? Um texto profundo sobre a história da reconciliação, o «Resto de Israel», o Magnificat e o caminho de fé de Maria que inaugura a nova Aliança (2 Cor 5, 20; Lc 1, 39-49).
Entenda por que a festa de Nossa Senhora das Dores só se compreende plenamente no horizonte pascal: do Calvário à ressurreição, Maria junto à cruz ilumina o caminho do discípulo e o mistério vivido na Igreja (Jo 19, 25-27).
Descubra por que a dor de Maria, aos pés da Cruz, revela sua maternidade espiritual e ilumina o mistério pascal. Uma conclusão profunda sobre conversão, misericórdia e esperança cristã (Jo 19, 25-27).
Descubra por que Maria é decisiva na Quaresma: do fiat da Anunciação ao silêncio aos pés da Cruz, ela ilumina o caminho de conversão e dá sentido à Via-crúcis, Via Matris e ao Stabat Mater até a Páscoa.
Se por um lado nos inserimos harmoniosamente no típico caráter penitencial da Quaresma, por outro destacamos a relação muito próxima que existe entre Cristo, que com seu "precioso sangue reconciliou o mundo" com o Pai , e Maria invocada como "reconciliadora" e "refúgio para os pecadores".