A fé de Maria é um dos temas mais contemplados pela Teologia Mariana contemporânea. Isabel proclamou Maria “bem-aventurada por ter crido” (Lc 1,45) — e este título encerra toda a sua espiritualidade. Para artigo completo, veja: A Fé de Maria — da Anunciação ao Calvário.
A fé de Maria é, antes de tudo, uma resposta de obediência: ela creu antes de compreender, confiou antes de ver. O Fiat da Anunciação foi proferido na obscuridade — Maria não sabia o que se seguiria. Esta fé sem visão é o modelo paulino de toda a fé cristã: “caminhar pela fé, não pela visão” (2 Cor 5,7).
João Paulo II, na Redemptoris Mater (1987), descreveu a fé de Maria como uma noite da fé: momentos de incompreensão, de silêncio de Deus, de sofrimento sem resposta aparente. No Calvário, quando tudo parecia acabado, Maria permaneceu. Esta fidelidade na escuridão é o que a torna modelo para todos os que atravessam crises espirituais.
O Concílio Vaticano II (LG 63) chama Maria “membro preeminente e absolutamente singular da Igreja” — ela é a primeira crente. A sua fé precedeu, acompanhou e sucedeu à missão de Jesus. É a fé mais perfeita da história humana, não porque recebeu revelações especiais, mas porque amou e obedeceu com um coração inteiramente puro.
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