A relação entre a Igreja e Maria é um dos temas centrais da Teologia Mariana pós-conciliar. O Vaticano II integrou Maria no capítulo VIII da Lumen Gentium (sobre a Igreja), sublinhando que Maria é “membro preeminente” e “tipo” da Igreja. Para artigo completo: Maria, Mãe da Igreja.
Maria é tipo (modelo, figura) da Igreja em três sentidos: (1) virgem — a Igreja recebe a Palavra com fé pura, como Maria recebeu o Anjo; (2) mãe — a Igreja gera filhos para Deus, como Maria gerou o Filho de Deus; (3) esposa — a Igreja vive em aliança de amor com Cristo, como Maria viveu em total dedicação ao Filho.
No encerramento do Vaticano II (21 de Novembro de 1964), o Papa Paulo VI proclamou Maria “Mãe da Igreja”. Este título, não presente no texto conciliar (foi adicionado pelo Papa), sintetiza a relação maternal de Maria com todos os membros do Corpo de Cristo. Francisco confirmou o título na festa litúrgica de “Maria Mãe da Igreja”, celebrada na segunda-feira após Pentecostes.
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