A religiosidade popular mariana designa o conjunto de práticas devocionais que os povos desenvolveram ao longo dos séculos em honra de Maria: festas patronais, procissões, romarias, ex-votos, cânticos populares, representações plásticas, lendas e tradições. É uma expressão autêntica da fé do povo de Deus.
O Documento de Aparecida (CELAM, 2007) reconhece na religiosidade popular um “lugar teológico”, uma forma de conhecimento da fé que complementa a teologia académica. João Paulo II falava da religiosidade popular como “evangelização dos pobres“: os simples acederam ao Evangelho através das devoções marianas, das festas e das peregrinações.
A religiosidade mariana popular assume formas muito diversas conforme as culturas: a Virgem de Guadalupe no México, a Nossa Senhora Aparecida no Brasil, as Festas de Agosto em Portugal e Itália, as Romerías na Espanha. Cada expressão cultural é uma inculturação do mesmo mistério de Maria.
Paulo VI, no Marialis Cultus (1974), apela a que a devoção popular mariana seja purificada, não eliminada. A purificação supõe afastar superstições, exageros, elementos mágicos ou desequilíbrios cristológicos, mantendo sempre a devoção a Maria no seu lugar correcto: ordenada a Cristo, enraizada na fé da Igreja.
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