Падлі ангели: що вчення Біблії та Церкви про падіння
Sobre os anjos caídos
De acordo com a fé católica, os anjos caídos são criaturas espirituais que Deus criou boas, mas que se tornaram más por uma escolha livre e definitiva contra o seu Criador. A Bíblia afirma essa queda em textos solenes (Juízes 6, 2 Pedro 2:4, Apocalipse 12:7-9), e o IV Concílio de Latrão consolidou a doutrina ao afirmar que “o mal não foi criado, mas escolhido”.
Este artigo explora os textos bíblicos relevantes, a definição conciliar, a figura de “Lúcifer” e a razão teológica pela qual a queda angélica é irreversível.
O que a Escritura diz da queda
O Novo Testamento refere-se à queda dos anjos em duas passagens paralelas:
– Cartas de Judas: “E os anjos que não guardaram o seu próprio principado, mas abandonaram a sua própria morada, ele os guardou em cadeias eternas, sob trevas, para o juízo do grande dia” (Juízes 6, da carta de Judas).
– Segunda carta de Pedro: “Pois se Deus não poupou os anjos que pecaram, mas, precipitando-os no Tártaro, os entregou a cadeias de trevas, reservados para o juízo…” (2 Pedro 2:4).
Ambos os textos enfatizam que houve anjos que pecaram, que o pecado consistiu em não guardar a própria dignidade recebida e que sua condição é definitiva, “cadeias eternas”.
A definição do IV Concílio de Latrão
Contra as doutrinas cátaras e dualistas, o IV Concílio de Latrão (1215) declarou na Constituição Firmiter:
“Diabolus enim et alii daemones a Deo quidem natura creati sunt boni, sed ipsi per se malum facere optaverunt” – “Pois o Diabo e outros demônios foram por Deus criados naturalmente bons, mas eles, por si mesmos, escolheram fazer o mal”.
Figura de Lúcifer
O termo “Lúcifer”, muitas vezes associado ao anjo caído, deriva da tradução latina da Vulgata para Is 14:12, referindo-se ao rei da Babilônia. A tradição cristã aplicou essa imagem à queda do anjo, mas não é um nome revelado na Escritura para o demônio.
A irremovibilidade da queda
A doutrina católica ensina que a queda dos anjos é irreversível. Pela perfeição do conhecimento e da vontade angélicos, sua escolha é definitiva. Assim como não há arrependimento possível para os homens após a morte, também não há para os anjos caídos.
Angeologia e Demonologia
A angeologia (estudo dos anjos) e a demonologia (estudo dos demônios) são disciplinas irmãs na teologia católica. Ambas reconhecem que o demônio é uma criatura em revolta, não um anti-deus.
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