Ratzinger mariologia: a conversão ao mistério mariano de Bento XVI

Ratzinger mariologia: o percurso de conversão ao mistério mariano de Joseph Ratzinger / Bento XVI.
Ratzinger mariologia: introdução
A Ratzinger mariologia é um dos capítulos mais relevantes da Mariologia contemporânea. Joseph Ratzinger / Bento XVI confessou várias vezes ter percorrido um itinerário pessoal de aproximação à devoção e à reflexão marianas. Estudar a Ratzinger mariologia é entrar no método teológico de um dos maiores teólogos do séc. XX.
I. Início da ratzinger mariologia
O jovem Ratzinger, formado na escola da teologia bíblica e patrística, tinha inicialmente alguma reserva diante de uma certa Mariologia exuberante. A Ratzinger mariologia inicial era cautelosa: queria evitar excessos. Mas o estudo dos Padres, da liturgia e do Vaticano II conduziu-o progressivamente a uma síntese mariana profunda.
II. O concílio Vaticano II e a ratzinger mariologia
No Concílio, Ratzinger foi peritus. Defendeu a integração do tratado mariano no capítulo VIII da Lumen Gentium, contra a hipótese de um documento separado. Esta integração eclesiológica da Mariologia tornou-se traço distintivo da Ratzinger mariologia: Maria não está acima ou fora da Igreja, mas no seu coração.
III. Ratzinger mariologia em «Daughter zion»
O texto programático da Ratzinger mariologia é o pequeno livro Daughter Zion (Filha de Sião, 1977). Aí Ratzinger desenvolve uma Mariologia bíblica e tipológica: Maria como cumprimento da Filha de Sião, da Arca da Aliança, do Israel fiel. A Ratzinger mariologia integra exegese, dogmática e espiritualidade.
IV. Ratzinger mariologia como papa Bento XVI
Como Bento XVI, Ratzinger pregou e meditou Maria em audiências, homilias, viagens (Lourdes, Fátima, Czestochowa). A Ratzinger mariologia papal articula-se em torno da Mãe da Esperança, da Mãe da Igreja, da Mãe do Verbo. No livro Jesus de Nazaré: a infância, Bento XVI reflecte mariologicamente sobre a Anunciação, o Magnificat e Caná.
V. Legado da ratzinger mariologia
A Ratzinger mariologia deixa à Igreja um modelo de Mariologia equilibrada: bíblica, patrística, magisterial, ecuménica, espiritual. Para Ratzinger, a Mariologia é critério da boa teologia: sem Maria, a cristologia torna-se abstracta. Aprofunde em Documentos de Bento XVI.
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