A imitação de Maria é um tema central da espiritualidade mariana. A tradição cristã propõe Maria não apenas como intercessora, mas como modelo a seguir. As suas virtudes — humildade, obediência, caridade, contemplação — são um caminho concreto de santificação.
O Concílio Vaticano II (Lumen Gentium, n. 65) apresenta Maria como modelo de virtudes para toda a Igreja. O documento sublinha que Maria não é apenas um exemplo passado, mas um modelo vivo: a Igreja deve imitar Maria para ser o que Maria é — fiel discípula, Mãe fecunda, testemunha da esperança escatológica.
As virtudes mais frequentemente propostas à imitação são: a humildade (o Magnificat como cântico do pequenino que se reconhece); a obediência (o Fiat como disponibilidade total); a caridade (a Visitação como prontidão no serviço); a contemplação (o “guardava no coração” como atitude fundamental).
A espiritualidade mariana de São Luís Maria de Montfort (Tratado da Verdadeira Devoção) propõe uma imitação de Maria que passa pela consagração: o cristão pede a Maria que lhe empreste as suas virtudes, os seus sentimentos, a sua forma de amar a Deus. Este caminho não é um desvio de Cristo, mas o caminho mais curto para Ele.
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