A devoção às alegrias de Maria contrapõe-se, em equilíbrio, à meditação das Dores de Maria. Enquanto a dor une Maria ao sofrimento redentor de Cristo, as alegrias celebram os momentos de júbilo e de graça que marcaram a sua vida.
A tradição, especialmente franciscana, enumera sete alegrias: 1) a Anunciação do Anjo; 2) a Visitação a Isabel; 3) o Nascimento de Jesus; 4) a adoração dos Magos; 5) o encontro com Jesus no Templo (Recouvrement); 6) a Ressurreição; 7) a Assunção ao Céu. Cada alegria é meditada como participação na salvação operada por Cristo.
O Magnificat é a expressão mais perfeita das alegrias de Maria. “Engrandece a minha alma o Senhor e o meu espírito exulta em Deus, meu Salvador” — este incipit revela uma Maria transbordante de alegria em Deus, que reconhece nela obras grandes. O Magnificat é a pedagogia das alegrias cristãs.
A devoção às Alegrias de Maria foi particularmente cultivada na tradição franciscana. São Francisco de Assis rezava uma coroa de sete Padre-Nossos em honra das sete alegrias de Maria. Esta devoção está na origem da Corona Franciscana (Coroa de Sete Alegrias), ainda rezada nos conventos franciscanos.
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