Em Siracusa (Sicília, Itália), de 29 de Agosto a 1 de Setembro de 1953, uma pequena imagem de gesso da Imaculada Conceição chorou lágrimas durante quatro dias consecutivos. O fenómeno foi investigado por uma comissão médica e testemunhado por milhares de pessoas. A Igreja italiana reconheceu o evento como sobrenatural.
A imagem pertencia ao casal Antonina e Angelo Jannusso. Antonina estava gravemente doente; ao olhar para a imagem, notou que esta chorava. As lágrimas foram analisadas por um laboratório forense e classificadas como “líquido lacrimal humano”. A Conferência Episcopal Siciliana, em Dezembro de 1953, reconheceu a autenticidade do fenómeno.
Em 1994, foi inaugurado em Siracusa o grande Santuário da Madonna delle Lacrime, projectado pelos arquitectos Michel Andrault e Pierre Parat. A sua forma de lágrima gigante em betão é um dos edifícios religiosos mais originais do século XX. O Papa João Paulo II visitou o santuário em 1994 e venerou a imagem lacrimante.
As lágrimas de Maria em Siracusa foram interpretadas como apelo à conversão num período de pós-guerra marcado pelo medo e pela descristianização. João Paulo II disse em Siracusa: “Por que choras, Mãe? As tuas lágrimas são um apelo à conversão, ao retorno a Deus.”
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