A relação entre sacerdotes e Maria é um tema central da espiritualidade sacerdotal católica. Maria que gerou Jesus — o Eterno Sacerdote — é também Mãe de todos os que participam ministerialmente do seu sacerdócio. Numerosos santos sacerdotes testemunharam uma devoção mariana intensa como fonte da sua fecundidade apostólica.
João Paulo II, na Carta aos Sacerdotes de 1979, escreveu: “Cada um de nós deve encontrar Maria na caminhada própria do seu serviço sacerdotal.” Ele próprio adoptou o lema Totus Tuus — inteiramente vosso — como expressão da sua consagração a Maria. O Concílio de Trento já recomendava a devoção mariana como elemento da formação sacerdotal.
O sacerdote que celebra a Eucaristia re-apresenta o sacrifício de Cristo — o mesmo sacrifice de que Maria foi testemunha e participante no Calvário. Maria que disse “Aconteça em mim” é o modelo do sacerdote que diz “Isto é o meu corpo”: em ambos os casos, o Verbo torna-se presente por uma mediação humana obediente.
Inúmeros sacerdotes receberam a sua vocação junto de santuários marianos — em Fátima, em Lourdes, em Guadalupe. A tradição de ordenações em santuários marianos e de retiros sacerdotais junto de Maria é uma constante na história da Igreja.
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