O Stabat Mater (“A Mãe estava de pé”) é um dos hinos marianos mais profundos e musicalmente ricos da tradição cristã. Meditação poética sobre a compaixão de Maria junto da Cruz, foi posto em música pelos maiores compositores da história.
O poema, em latim, é composto de 20 estrofes de três versos. É atribuído a Jacopone da Todi (franciscano, séc. XIII), embora a autoria seja debatida. O texto descreve Maria “de pé”, em sofrimento, junto da Cruz do Filho, e convida o fiel a compartilhar essa dor compassiva: “Faz que o meu coração arda no amor de Cristo Deus, para que Lhe seja grato.”
O Stabat Mater foi posto em música por Vivaldi, Pergolesi, Haydn, Schubert, Dvorák, Verdi e Poulenc, entre outros. A versão de Pergolesi (1736), composta pouco antes da sua morte, é uma das obras mais comoventes da história da música sacra. A versatilidade do texto — que se presta tanto à polifonia renascentista como ao romantismo — explica a sua extraordinária riqueza musical.
O Stabat Mater faz parte do Ofício da festa de Nossa Senhora das Dores (15 de Setembro) e acompanha a Via-Sacra em muitas tradições. O seu lugar no Ofício Divino foi confirmado por Bento XIII em 1727.
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