A doutrina da comunhão dos santos é o enquadramento teológico que fundamenta a devoção a Maria e aos santos: a Igreja peregrina, a Igreja purgante e a Igreja glorificada formam uma única comunidade em Cristo, na qual a oração e a interciprocidade de graças são possíveis. Para artigo completo: Comunhão dos Santos.
Maria, glorificada na Assunção, é o membro mais eminente da Igreja celeste. O Concílio Vaticano II (LG 68) afirma que Maria “brilha já como sinal de consolação e de esperança segura para o Povo de Deus peregrinante.” A sua glorificação antecipa o destino de toda a humanidade redimida.
Na comunhão dos santos, os membros glorificados podem interceder pelos membros peregrinantes. Esta é a base teológica da intercessão de Maria: ela não é uma excepção à regra, mas a sua realização mais perfeita. Como Mãe da Igreja e membro mais eminente dos santos, a sua intercessão tem um peso especial.
A doutrina da comunhão dos santos tem uma dimensão escatológica: aponta para a consumação final, quando toda a Igreja — peregrina, purgante e glorificada — estará definitivamente reunida em Deus. Maria, já glorificada, é o sinal desse destino e a intercessora que aproxima os peregrinos da meta.
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