Magistério e Maria: os grandes documentos marianos

Magistério e Maria: os grandes documentos marianos

Magistério da Igreja e os grandes documentos marianos

O magistério da Igreja produziu sobre Maria um corpus doctrinal vasto e de grande riqueza. Desde as definições dogmáticas dos Concílios Ecuménicos até às encíclicas dos Papas modernos, a reflexão oficial da Igreja sobre Maria tem sido constante e progressiva.

Concílios ecuménicos

Os grandes marcos conciliares: Éfeso (431) define Maria como Theotokos. Calcedónia (451) confirma a Theotokos. Latrão (649) define a virgindade perpétua. Vaticano II (1964) Lumen Gentium cap. VIII, integração de Maria na eclesiologia.

Definições dogmáticas papais

Dois Papas definiram dogmas marianos: Pio IX em 1854, definiu a Imaculada Conceição na bula Ineffabilis Deus. Pio XII em 1950, definiu a Assunção na constituição Munificentissimus Deus. Ambas as definições seguiram um processo de consulta extensivo a toda a Igreja.

Encíclicas e exortações marianas

Os documentos papais mais importantes: Laetitiae Sanctae (Leão XIII, 1893) sobre o Rosário. Ad Caeli Reginam (Pio XII, 1954) sobre a realeza de Maria. Marialis Cultus (Paulo VI, 1974) sobre o culto mariano. Redemptoris Mater (João Paulo II, 1987) sobre Maria na vida da Igreja. Rosarium Virginis Mariae (João Paulo II, 2002) com os Mistérios Luminosos.

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