Maternidade espiritual de Maria — Mãe de todos os crentes
Maternidade espiritual de Maria — Mãe de todos os crentes
A maternidade espiritual de Maria designa a função de Maria como Mãe de todos os cristãos — não apenas de Jesus. O seu fundamento bíblico central está no Calvário: “Mulher, eis o teu filho. Eis a tua mãe” (Jo 19,26-27). Para artigo aprofundado: Maternidade Espiritual de Maria.
Fundamento bíblico
Jesus na Cruz confia o “discípulo amado” a Maria e Maria ao discípulo. A exegese católica lê neste gesto a constituição de uma maternidade universal: o discípulo amado representa todos os discípulos de Cristo. Maria torna-se assim Mãe não apenas de Jesus, mas de todos os que acolhem Jesus como Senhor e Mestre.
Desenvolvimento teológico
A maternidade espiritual foi desenvolvida pela teologia patrística e medieval. São Anselmo, São Bernardo, São Boaventura contribuíram para a sua elaboração. O Magistério moderno, em particular o Concílio Vaticano II (LG 61) e João Paulo II (Redemptoris Mater), confirmou e aprofundou esta doutrina.
Implicações espirituais
Se Maria é mãe de todos os cristãos, estes são chamados a viver uma relação filial com ela: confiar-lhe as suas preocupações, imitar as suas virtudes, deixar-se conduzir por ela a Cristo. A consagração a Maria é a expressão mais explícita desta relação filial.
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