Por Prof. Dr. Daniel C. Afonso · Atualizado em
A mariologia é a parte da teologia que estuda a Virgem Maria, Mãe de Jesus Cristo: quem ela é, a sua missão na história da salvação, as verdades de fé que a Igreja ensina sobre ela e o culto que lhe presta. Estuda Maria sempre a partir de Cristo e da Igreja, com base na Sagrada Escritura, nos Padres, na liturgia e no Magistério. O nome une Maria (do hebraico Miriam) ao grego lógos, como em «teologia».
Em resumo
- O que estuda: a pessoa, a missão, os privilégios e o culto de Maria.
- Fontes: a Sagrada Escritura, a Tradição (Padres e liturgia) e o Magistério.
- Verdades centrais: os 4 dogmas marianos.
- Documento de referência: o capítulo VIII da Lumen gentium (1964).
- Onde estudar: em Roma, a Pontifícia Faculdade Teológica Marianum; em português, a Locus Mariologicus.
Studium Sacrae Scripturae, Sanctorum Patrum et Doctorum Ecclesiaeque liturgiarum sub ductu Magisterii excolentes, recte illustrent munera et privilegia Beatae Virginis, quae semper Christum spectant […].
«Cultivando o estudo da Sagrada Escritura, dos Santos Padres, dos Doutores e das liturgias da Igreja, sob a guia do Magistério, ilustrem retamente as funções e os privilégios da Bem-aventurada Virgem, que sempre se referem a Cristo […]» (Concílio Vaticano II, Lumen gentium 67)
Este guia apresenta a disciplina como se estuda nas faculdades: o que ela estuda, como nasceu o tratado, que escolas a dividiram, que instituições e obras de referência a sustentam e como se pode estudá-la hoje. A história da doutrina mariana, os seus grandes temas e as correntes cristotípica e eclesiotípica estão no artigo Teologia mariana: história, princípios e temas fundamentais.
O que a mariologia estuda
Juniper Carol define-a assim: «that part of the science of theology which treats of the Mother of God in her singular mission, prerogatives and cult», «a parte da ciência teológica que trata da Mãe de Deus na sua missão singular, nas suas prerrogativas e no seu culto». E distingue os dois objetos: «Its material object, then, is Mary in her relation to the Creator and to His creatures. Its formal object: the light of divine revelation […]», «O seu objeto material é Maria na sua relação com o Criador e com as suas criaturas. O seu objeto formal, a luz da revelação divina […]» (CAROL, 1956, p. 1). Gabriele Roschini precisa que a mariologia se distingue do resto da teologia «solo per l’oggetto materiale», «só pelo objeto material», e não pelo objeto formal, a luz da Revelação, que compartilha com toda a teologia (ROSCHINI, 1961, p. 287).
A palavra une o nome de Maria, de origem hebraica (Miriam), ao grego lógos, por analogia com «teologia» (ROSCHINI, 1961, p. 286, DE FIORES, 2006, v. 2, p. 1588). A disciplina teve também outros nomes: «Mariale» (Pseudo-Alberto Magno, Bernardino de Bustis), «Teologia Mariana» (Cristóvão de Vega) e «Theotocologia» (ROSCHINI, 1961, p. 287).
O Concílio Vaticano II pôs o estudo de Maria dentro do mistério de Cristo e da Igreja, no capítulo VIII da Lumen gentium, e deu aos teólogos uma regra de equilíbrio: abster-se tanto «ab omni falsa superlatione», «de toda a falsa exaltação», como «a nimia mentis angustia», «de uma excessiva estreiteza de espírito» (Lumen gentium 67, AAS 57, 1965, p. 66). A decisão de inserir o texto mariano na constituição sobre a Igreja foi tomada por pequena margem: em 29 de outubro de 1963, 1.114 votos a favor e 1.074 contra (DE FIORES, 2006, v. 1, p. 330, LAURENTIN, 1990, p. 140).
Os 4 dogmas marianos
No centro da mariologia estão as quatro verdades sobre Maria que a Igreja definiu como dogmas de fé:
- Maternidade divina: Maria é verdadeiramente Mãe de Deus (Theotokos). Concílio de Éfeso, 431.
- Virgindade perpétua: Maria foi virgem antes, durante e depois do parto. Sínodo de Latrão, 649.
- Imaculada Conceição: Maria foi preservada do pecado original desde o primeiro instante da sua concepção. Pio IX, bula Ineffabilis Deus, 8 de dezembro de 1854.
- Assunção: terminada a vida terrena, Maria foi levada em corpo e alma à glória do céu. Pio XII, constituição Munificentissimus Deus, 1º de novembro de 1950.
Os dois primeiros nasceram das controvérsias sobre Cristo nos primeiros séculos; os dois últimos foram proclamados por definição papal solene. Não existe um quinto dogma mariano. Cada um está explicado, com as fontes, em Dogmas marianos: quais são os 4 e o que cada um ensina.
Como a mariologia se fez tratado
Na escolástica, Maria não tinha tratado próprio. São Tomás de Aquino fala dela dentro da Cristologia, na terceira parte da Suma teológica. Stefano De Fiores mostra que, antes de Francisco Suárez, os teólogos falavam de Maria, nas palavras do próprio Suárez que ele cita, «con un breve […] e compendioso discorso» dentro do tratado cristológico, e que foi Suárez, no Colégio Romano, em 1584-1585, o primeiro a fazer dela uma «completa e abbondante trattazione», «um tratamento completo e abundante». Seguiu-se Placido Nigido, que em 1602 publicou em Palermo a Summae sacrae mariologiae pars prima e deu nome à disciplina (DE FIORES, 2006, v. 2, p. 1586-1588).
Nos quatro séculos seguintes escreveram-se mais de cento e vinte tratados de mariologia, com o mesmo método da teologia de manual, salvo poucas exceções (DE FIORES, 2006, v. 2, p. 1588). Em 1648, Ippolito Marracci publicou em Roma a Bibliotheca Mariana, e Roschini considera Marracci o mais antigo bibliógrafo mariano ainda hoje citado (ROSCHINI, 1961, p. 288). Nos séculos XIX e XX vieram, entre outros, os tratados de Scheeben, Terrien, Campana e Roschini (KOEHLER, 1986, p. 1400).
As escolas e o «primeiro princípio»
No século XX, os mariólogos discutiram qual seria o «primeiro princípio» da mariologia, a verdade da qual se deduziriam todas as outras. Carol resume as respostas: a maternidade divina, defendida por grande número de autores e por ele próprio, a condição de segunda Eva ou Corredentora, as duas unidas, a maternidade esponsal (Scheeben), a maternidade divina tomada em concreto (Bover), a maternidade universal (Roschini) e, como opiniões mais recentes, Maria tipo da Igreja (Semmelroth) e a plenitude de graça (A. Müller) (CAROL, 1956, p. 7-9). Depois do Concílio, com a virada histórico-salvífica, a busca de um princípio dedutivo deixou de estar no centro (DE FIORES, 2006, v. 2, p. 1588-1590). A página Teologia mariana resume a crítica de Laurentin.
As normas do trabalho mariológico
Em 24 de outubro de 1954, Pio XII dirigiu-se por rádio aos participantes do Congresso Mariológico-Mariano de Roma e fixou as regras da disciplina. A mariologia, «utpote quae inter theologicas disciplinas adnumeretur, id imprimis postulat, ut solidis theologicae doctrinae fundamentis innitatur», «por se contar entre as disciplinas teológicas, exige antes de tudo que se apoie em sólidos fundamentos de doutrina teológica» (PIO XII, 1954, p. 677). Nela concorrem as disciplinas positivas e as especulativas, e o trabalho será tanto mais seguro quanto mais tiver diante dos olhos o Magistério, norma próxima e universal da verdade em matéria de fé e de costumes (p. 678). Assim a mariologia poderá seguir «recta illa media via», «aquele reto caminho do meio», que evita toda a falsa e imoderada exaltação da verdade e se afasta dos que temem conceder à Virgem mais do que convém (p. 679).
Em 1988, a Congregação para a Educação Católica, na carta A Virgem Maria na formação intelectual e espiritual, fixou regras análogas para o ensino. O estudo da Sagrada Escritura «deve ser portanto como que a alma da mariologia» (n. 24). O estudo da Tradição é imprescindível, pela riqueza do patrimônio mariano dos Padres e das liturgias (n. 25). A investigação deve ser guiada pelo Magistério e integrada pelas aquisições mais seguras da antropologia e das ciências humanas (n. 26). E o ensino da mariologia deve ser um tratado sistemático, orgânico e completo, que considere Maria na sua relação com Deus, com Cristo, com o Espírito Santo, com a Igreja e com o homem (n. 28).
Instituições e redes
A Pontifícia Faculdade Teológica Marianum, em Roma, confiada à Ordem dos Servos de Maria, é, segundo Cecchin e Lasoul, a única faculdade teológica que confere a licenciatura e o doutorado em teologia com especialização em mariologia (CECCHIN e LASOUL, 2009, p. 254). Foi elevada a faculdade em 1950 e recebeu o título de «Pontifícia» em 1971 (p. 254-255). Publica a revista Marianum (PEDICO, 1986, p. 340) e organiza, desde 1976, simpósios mariológicos internacionais bienais (CECCHIN e LASOUL, 2009, p. 255). Em 1979, as normas de aplicação da Sapientia christiana registravam os «Studia Mariologica» como seção de especialização numa faculdade de teologia (Ordinationes, Apêndice II ao art. 64, n. 12, AAS 71, 1979, p. 520).
A Pontifícia Academia Mariana Internacional nasceu em Roma depois da guerra, por iniciativa do franciscano Carlo Balić, para coordenar as sociedades mariológicas, e recebeu de João XXIII o título de «Pontifícia» em 1959 (PEDICO, 1986, p. 333, CECCHIN e LASOUL, 2009, p. 246-247). Organiza os congressos mariológicos internacionais, o primeiro em Roma em 1950 (CECCHIN e LASOUL, 2009, p. 247). Nos Estados Unidos, o International Marian Research Institute de Dayton foi afiliado ao Marianum em 1975 (PEDICO, 1986, p. 341), confere em nome dele a licenciatura e o doutorado com especialização em mariologia e guarda a Marian Library (CECCHIN e LASOUL, 2009, p. 255-256).
Desde 1931 nasceram quinze sociedades mariológicas, das quais onze continuavam ativas em 2009 (CECCHIN e LASOUL, 2009, p. 248). Em língua portuguesa, a Sociedade Mariológica «Mater Ecclesiae» foi fundada em Braga em 1964 (p. 252), e no Brasil existe a Academia Marial de Aparecida (p. 256).
Obras de referência
Para se orientar na disciplina, o estudante dispõe de dicionários e enciclopédias especializados. O Nuovo dizionario di mariologia, organizado por De Fiores e Meo (1985-1986), reúne verbetes temáticos assinados. O Maria: nuovissimo dizionario, de De Fiores (2006-2008), tem três volumes de um só autor. O volume Mariologia dos Dizionari San Paolo (2009) é uma síntese em verbetes de vários autores. O Marienlexikon, organizado por Bäumer e Scheffczyk (1988 ss.), é a grande enciclopédia alemã. O Dizionario di mariologia de Roschini (1961) tem verbetes breves, úteis para definições e história.
Entre as grandes coleções do século XX estão Mariology, organizada por Carol (3 v., 1955-1961), e Maria: études sur la Sainte Vierge, dirigida por Hubert du Manoir (8 v., 1949-1971). René Laurentin, no Breve trattato su la Vergine Maria, renunciou, não por princípio mas por prudência, ao plano dedutivo e seguiu a ordem da vida de Maria, desde a preparação no Antigo Testamento (LAURENTIN, 1990, p. 170-171).
Como estudar mariologia
A carta de 1988 pede que cada centro de estudos teológicos preveja o ensino da mariologia de modo definido e que os professores tenham preparação adequada (n. 30). Recorda que as normas de aplicação da Sapientia christiana previam a licenciatura e o doutorado em teologia com especialização em mariologia (n. 31). E dá à disciplina uma meta que não é só intelectual: «O estudo da mariologia tende, como sua meta última, à aquisição duma sólida espiritualidade mariana, aspecto essencial da espiritualidade cristã» (n. 36).
Na prática, o estudo começa pela Escritura, segue pelos Padres e pela liturgia, passa pelos documentos do Magistério e termina na síntese. Os textos fundamentais do Magistério são o capítulo VIII da Lumen gentium (1964), a exortação apostólica Marialis cultus de Paulo VI (1974), a encíclica Redemptoris Mater de João Paulo II (1987), que começa por dizer que a Mãe do Redentor «definitum locum in humanae consilio salutis obtinet», «ocupa um lugar determinado no desígnio da salvação humana» (n. 1, AAS 79, 1987, p. 361), e a nota Mater Populi fidelis (2025).
A Pós-Graduação em Mariologia da Locus Mariologicus
A Locus Mariologicus oferece, com realização da FAJOPA, uma Pós-Graduação em Mariologia na modalidade de ensino a distância, com 360 horas e trinta disciplinas distribuídas por cinco áreas: Bíblica, «História, Teologia e Magistério», Dogmática, Ecumênica e inter-religiosa, e Culto e Espiritualidade. Parte das aulas é gravada e há tutoria ao vivo semanal. Quem tem graduação reconhecida pelo MEC recebe o certificado de pós-graduação, e os demais o de extensão universitária (GUIA DE ESTUDOS, 2026, p. 10-13). As inscrições para a próxima turma estão em lista de espera: entrar na lista de espera.
Perguntas frequentes
Qual é o conceito de mariologia?
Mariologia é o estudo teológico da Virgem Maria. Juniper Carol a define como «a parte da ciência teológica que trata da Mãe de Deus na sua missão singular, nas suas prerrogativas e no seu culto» (CAROL, 1956, p. 1). Distingue-se do resto da teologia pelo objeto, Maria, e não pelo método: trabalha à luz da Revelação, como toda a teologia (ROSCHINI, 1961, p. 287).
Quais são os 4 dogmas marianos?
A maternidade divina (Concílio de Éfeso, 431), a virgindade perpétua (Sínodo de Latrão, 649), a Imaculada Conceição (Pio IX, 1854) e a Assunção (Pio XII, 1950). Cada um está explicado em Dogmas marianos.
O que é um curso de mariologia?
É uma formação sistemática em teologia mariana: Bíblia, Padres da Igreja, história dos dogmas, Magistério, liturgia e espiritualidade. Pode ser um grau eclesiástico (licenciatura e doutorado, como no Marianum, em Roma), uma pós-graduação ou um curso de extensão. Em português, a Locus Mariologicus oferece uma Pós-Graduação em Mariologia a distância, de 360 horas, hoje com lista de espera para a próxima turma.
Quando é o mês mariano?
No Brasil e em grande parte da Igreja, o mês de maio é dedicado a Nossa Senhora, todos os anos, de 1 a 31 de maio. Paulo VI recomendou essa prática na encíclica Mense maio (1965). Outubro é o mês do Rosário.
Por onde começar a estudar mariologia? Existe livro ou PDF?
Comece pelos documentos do Magistério, que são gratuitos no site do Vaticano: o capítulo VIII da Lumen gentium, a Marialis cultus de Paulo VI e a Redemptoris Mater de João Paulo II. Depois, um dicionário de referência, como o Nuovo dizionario di mariologia (De Fiores e Meo). Em português, o Dicionário Mariológico e a Enciclopédia mariana deste site reúnem verbetes e guias.
É preciso saber latim e grego para estudar mariologia?
Para os graus eclesiásticos, como a licenciatura e o doutorado do Marianum, sim, pelo menos o latim. As normas de 1979 exigiam «congrua linguae Latinae cognitio», «um conhecimento adequado da língua latina», nas faculdades de ciências sagradas, e previam as línguas bíblicas no primeiro ciclo de teologia (Ordinationes, art. 24 § 3 e art. 51, AAS 71, 1979, p. 507 e 513). Em qualquer caso, as línguas antigas permitem ler as fontes no original.
Qual é a diferença entre mariologia e devoção mariana?
A mariologia é estudo teológico, a devoção é oração e culto. Não se opõem: a carta da Congregação para a Educação Católica (1988) diz que o estudo da mariologia tem como meta última uma sólida espiritualidade mariana.
Onde se pode estudar mariologia?
Em Roma, a Pontifícia Faculdade Teológica Marianum confere licenciatura e doutorado com especialização em mariologia, e o instituto de Dayton confere os mesmos graus em seu nome. Em português, a Locus Mariologicus oferece uma pós-graduação a distância.
A Igreja vai definir novos dogmas marianos?
Não há sinal disso. A nota Mater Populi fidelis (2025) considera sempre inoportuno o título de Corredentora (DDF, 2025, n. 22), e a página Teologia mariana resume o que ela diz.
Referências
BÄUMER, Remigius e SCHEFFCZYK, Leo (org.). Marienlexikon. St. Ottilien: EOS, 1988 ss.
CAROL, Juniper B. Fundamentals of Mariology. New York: Benziger Brothers, 1956.
CAROL, Juniper B. (org.). Mariology. Milwaukee: Bruce, 1955-1961. 3 v.
CECCHIN, Stefano M. e LASOUL, Jean-Pierre Sieme. Centri mariologici. In: DE FIORES, Stefano, FERRARI SCHIEFER, Valeria e PERRELLA, Salvatore M. (org.). Mariologia. Cinisello Balsamo: San Paolo, 2009. p. 244-256. (I Dizionari San Paolo).
CONCÍLIO VATICANO II. Constituição dogmática Lumen gentium, cap. VIII. Acta Apostolicae Sedis, v. 57, p. 58-67, 1965.
CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA. A Virgem Maria na formação intelectual e espiritual. Roma, 25 mar. 1988. (Citada numa tradução portuguesa sem dados de edição.)
DE FIORES, Stefano. Concilio Vaticano II. In: DE FIORES, Stefano. Maria: nuovissimo dizionario. Bologna: EDB, 2006. v. 1, p. 330.
DE FIORES, Stefano. Statuto epistemologico. In: DE FIORES, Stefano. Maria: nuovissimo dizionario. Bologna: EDB, 2006. v. 2, p. 1585 ss.
DICASTÉRIO PARA A DOUTRINA DA FÉ. Mater Populi fidelis: nota doutrinal sobre alguns títulos marianos referidos à cooperação de Maria na obra da Salvação. Cidade do Vaticano: Dicastério para a Doutrina da Fé, 4 nov. 2025.
DU MANOIR, Hubert (dir.). Maria: études sur la Sainte Vierge. Paris: Beauchesne, 1949-1971. 8 v.
GUIA DE ESTUDOS da Pós-Graduação em Mariologia 2026-2027. [S.l.]: Locus Mariologicus, FAJOPA, 2026.
JOÃO PAULO II. Carta encíclica Redemptoris Mater, 25 mar. 1987. Acta Apostolicae Sedis, v. 79, p. 361-433, 1987.
JOÃO PAULO II. Constituição apostólica Sapientia christiana, 15 abr. 1979. Acta Apostolicae Sedis, v. 71, p. 469-499, 1979.
KOEHLER, Theodore. Storia della mariologia. In: DE FIORES, Stefano e MEO, Salvatore (org.). Nuovo dizionario di mariologia. 2. ed. Cinisello Balsamo: Edizioni Paoline, 1986. p. 1385 ss.
LAURENTIN, René. Breve trattato su la Vergine Maria. 8. ed. Cinisello Balsamo: Edizioni Paoline, 1990.
PAULO VI. Exortação apostólica Marialis cultus, 2 fev. 1974. Acta Apostolicae Sedis, v. 66, p. 113-168, 1974.
PEDICO, Marcellina. Centri mariani di studio. In: DE FIORES, Stefano e MEO, Salvatore (org.). Nuovo dizionario di mariologia. 2. ed. Cinisello Balsamo: Edizioni Paoline, 1986. p. 332-349.
PIO XII. Radiomensagem aos participantes do Congresso Internacional Mariológico-Mariano, 24 out. 1954. Acta Apostolicae Sedis, v. 46, p. 677-680, 1954.
ROSCHINI, Gabriele M. Dizionario di mariologia. Roma: Studium, 1961.
SAGRADA CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA. Ordinationes ad Constitutionem Apostolicam «Sapientia christiana» rite exsequendam, 29 abr. 1979. Acta Apostolicae Sedis, v. 71, p. 500-521, 1979.
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