Papa Bento XV: biografia, Primeira Guerra Mundial e devoção mariana (1914-1922)
O papa Bento XV (Giacomo della Chiesa, 1854-1922) foi o pontífice da Primeira Guerra Mundial e governou a Igreja de 3 de setembro de 1914 a 22 de janeiro de 1922. Pediu a paz na nota de 1.º de agosto de 1917, promulgou o Código de Direito Canônico de 1917 e fixou «Rainha da paz» na Ladainha de Nossa Senhora.
| Bento XV em resumo | |
|---|---|
| Nome de batismo | Giacomo della Chiesa |
| Nascimento | 21 de novembro de 1854, Gênova (Itália) |
| Ordenação sacerdotal | 21 de dezembro de 1878 |
| Ordenação episcopal | 22 de dezembro de 1907, por Pio X, na Capela Sistina (arcebispo de Bolonha) |
| Cardeal | 25 de maio de 1914 |
| Eleição papal | 3 de setembro de 1914 (conclave aberto em 31 de agosto) |
| Morte | 22 de janeiro de 1922, em Roma |
| Antecessor e sucessor | Pio X (1903-1914) e Pio XI (1922-1939) |
| Documentos principais | Ad beatissimi Apostolorum (1914), nota de paz Dès le début (1917), Providentissima Mater Ecclesia (1917), Inter sodalicia (1918), Maximum illud (1919), Spiritus Paraclitus (1920) |
Quem foi o papa Bento XV: biografia de Giacomo della Chiesa
Giacomo della Chiesa nasceu em Gênova, em 21 de novembro de 1854, terceiro dos quatro filhos do marquês Giuseppe della Chiesa e da marquesa Giovanna Migliorati. Aos quinze anos quis ser padre, mas o pai exigiu que antes concluísse os estudos civis. Formou-se em direito em 2 de agosto de 1875 e só então entrou no Colégio Capranica, em Roma. Foi ordenado sacerdote em 21 de dezembro de 1878.
Preparado na Academia Pontifícia dos Nobres Eclesiásticos, a escola da diplomacia vaticana, partiu em 1883 para Madri como secretário do núncio Mariano Rampolla del Tindaro. Voltou a Roma em 1887, quando Rampolla foi criado cardeal e nomeado secretário de Estado de Leão XIII. Na Secretaria de Estado foi minutante e depois substituto, com Rampolla e, mais tarde, com o cardeal Rafael Merry del Val.
Pio X ordenou-o bispo na Capela Sistina em 22 de dezembro de 1907 e confiou-lhe a arquidiocese de Bolonha, onde chegou em 18 de fevereiro de 1908. Foi criado cardeal em 25 de maio de 1914. Menos de três meses depois, em 20 de agosto, morria Pio X, com a Europa já em guerra. O conclave reunido em 31 de agosto elegeu-o papa em 3 de setembro de 1914, fato raro para um cardeal de apenas três meses de púrpura. Escolheu o nome de Bento em memória de Próspero Lambertini (Bento XIV), que também fora arcebispo de Bolonha antes de ser papa. Por causa da guerra, quis que a coroação se fizesse na Capela Sistina, e não na Basílica de São Pedro.
Bento XV e a Primeira Guerra Mundial
Bento XV foi eleito pouco mais de um mês depois do início da guerra: a Áustria-Hungria declarara guerra à Sérvia em 28 de julho de 1914. Desde a exortação Ubi primum (8 de setembro de 1914) e a primeira encíclica, Ad beatissimi Apostolorum (1.º de novembro de 1914), suplicou aos governantes que depusessem as armas. Manteve uma imparcialidade rigorosa entre os dois blocos, o que lhe valeu suspeitas dos dois lados.
No primeiro aniversário do conflito, em 28 de julho de 1915, dirigiu aos povos beligerantes uma exortação para pôr fim à «orrenda carneficina che ormai da un anno disonora l’Europa» (horrenda carnificina que já há um ano desonra a Europa). Dois anos depois, recordando esse apelo, chamou a guerra de «suicidio dell’Europa civile», isto é, suicídio da Europa civilizada (carta ao cardeal Gasparri, 5 de maio de 1917). Ao mesmo tempo, a Santa Sé organizou socorro a prisioneiros, feridos e crianças famintas, sem distinção de nacionalidade ou religião.
A nota de paz de 1.º de agosto de 1917 (Dès le début)
Em 1.º de agosto de 1917, Bento XV enviou aos chefes dos povos beligerantes a carta conhecida pelas palavras iniciais Dès le début. Pela primeira vez deixou as exortações gerais e propôs bases concretas para uma paz «juste et durable» (justa e duradoura):
- substituir a força material das armas pela força moral do direito
- redução simultânea e recíproca dos armamentos, com regras e garantias
- arbitragem internacional obrigatória, com sanções para o Estado que a recusasse
- verdadeira liberdade e comunidade dos mares
- renúncia recíproca às indenizações e despesas de guerra, salvo razões particulares
- evacuação da Bélgica e do território francês e restituição das colônias alemãs
- exame conciliador das questões territoriais, como as da Itália e Áustria, Alemanha e França, Armênia, Bálcãs e Polônia
É nesta nota que aparece a expressão mais lembrada do pontificado: a guerra surgia cada dia mais como «inutile strage» (massacre inútil), no texto francês «un massacre inutile». A proposta foi mal recebida pelos dois campos: os nacionalistas alemães viram nela uma manobra contra os Impérios Centrais e, na França, Georges Clemenceau chamou Bento XV de «Pape boche», o papa dos alemães. Encerrada a guerra, o papa pediu orações pela Conferência de Paz (Quod iam diu, 1918), promoveu ajuda às crianças vítimas da fome (Paterno iam diu, 1919) e escreveu sobre a reconciliação entre os povos na encíclica Pacem, Dei munus pulcherrimum (23 de maio de 1920).
«Rainha da paz, rogai por nós»: o acréscimo à Ladainha de Nossa Senhora
Em plena guerra, Bento XV recorreu a Maria. Um decreto de 16 de novembro de 1915 já permitia aos bispos acrescentar à Ladainha de Loreto a invocação Regina pacis, ora pro nobis. Na carta ao cardeal Pietro Gasparri de 5 de maio de 1917, o papa determinou que, a partir de 1.º de junho de 1917, a invocação ficasse fixada na Ladainha para toda a Igreja. A razão dada é profundamente mariana:
«poiché tutte le grazie, che l’Autore d’ogni bene si degna compartire ai poveri discendenti di Adamo, vengono, per amorevole consiglio della sua Divina Provvidenza, dispensate per le mani della Vergine Santissima, Noi vogliamo che alla Gran Madre di Dio in quest’ora tremenda più che mai si volga viva e fidente la domanda dei Suoi afflittissimi figli»
Bento XV, carta ao cardeal Gasparri, 5 de maio de 1917
Em português: «uma vez que todas as graças que o Autor de todo bem se digna conceder aos pobres descendentes de Adão são, por amoroso desígnio da sua divina Providência, dispensadas pelas mãos da Virgem Santíssima, queremos que à grande Mãe de Deus, nesta hora tremenda, se dirija mais do que nunca a súplica viva e confiante dos seus filhos tão aflitos» (tradução nossa). Na mesma carta, o papa pede que se recorra ao Coração de Jesus, «trono das graças», e que a esse trono se chegue por meio de Maria. A história desta e de outras invocações está em Litania lauretana: história e adições magisteriais e em A Ladainha de Loreto.
Bento XV e Fátima: o que aconteceu em maio de 1917
A relação entre Bento XV e Fátima é de calendário, não de pronunciamento. A carta que fixou «Rainha da paz» na Ladainha é de 5 de maio de 1917. Oito dias depois, em 13 de maio de 1917, Lúcia, Francisco e Jacinta relataram a primeira aparição de Nossa Senhora na Cova da Iria. Nesse mesmo dia, em Roma, Bento XV conferiu pessoalmente, na Capela Sistina, a ordenação episcopal a Eugenio Pacelli, nomeado núncio em Munique, que viria a ser o papa Pio XII.
Bento XV nunca se pronunciou sobre Fátima. Morreu em janeiro de 1922, e o processo canônico diocesano sobre as aparições só começou naquele ano. O reconhecimento veio do bispo de Leiria, D. José Alves Correia da Silva, em 13 de outubro de 1930, já no pontificado de Pio XI. A coincidência das datas é historicamente exata e espiritualmente eloquente, mas não deve ser apresentada como uma «profecia» do papa nem como prova das aparições. Para a história e a mensagem de Fátima, veja Nossa Senhora de Fátima e o guia das aparições marianas aprovadas pela Igreja.
A mariologia de Bento XV: Inter sodalicia (1918) e a cooperação de Maria na Redenção
O texto mariano mais citado de Bento XV é a carta apostólica Inter sodalicia, datada de 22 de março de 1918, festa das Sete Dores de Nossa Senhora, e publicada nas Acta Apostolicae Sedis 10 (1918), p. 181-184. É um breve de indulgências dirigido à Confraria de Nossa Senhora da Boa Morte, fundada pelos Padres de Santa Maria de Tinchebray, que venera a Virgem das Dores como padroeira da boa morte. Para fundamentar essa devoção, o papa lembra que os Doutores da Igreja ensinam que Maria, quase ausente da vida pública de Jesus, esteve junto da cruz «non sine divino consilio», não sem desígnio divino, e continua:
«Scilicet ita cum Filio patiente et moriente passa est et paene commortua, sic materna in Filium iura pro hominum salute abdicavit placandaeque Dei iustitiae, quantum ad se pertinebat, Filium immolavit, ut dici merito queat, Ipsam cum Christo humanum genus redemisse.»
Bento XV, Inter sodalicia, 22 de março de 1918, AAS 10 (1918) 182
Tradução literal: «De tal modo sofreu e quase morreu com o Filho que padecia e morria, de tal modo renunciou, pela salvação dos homens, aos seus direitos de mãe sobre o Filho e, quanto dela dependia, imolou o Filho para aplacar a justiça de Deus, que com razão se pode dizer que ela, com Cristo, redimiu o gênero humano» (tradução nossa). O papa acrescenta que, se as graças tiradas do tesouro da Redenção são como que distribuídas pelas mãos da Virgem das Dores, é dela que se deve esperar a graça de uma santa morte.
A frase sobre a presença de Maria junto da cruz «não sem desígnio divino» volta, quase literalmente, no Concílio Vaticano II: Maria «non sine divino consilio stetit», «esteve, não sem desígnio de Deus», junto da cruz (Lumen gentium, n. 58). O fundamento é o Evangelho de João: «Εἱστήκεισαν δὲ παρὰ τῷ σταυρῷ τοῦ Ἰησοῦ ἡ μήτηρ αὐτοῦ», «estavam de pé junto à cruz de Jesus a mãe dele» (Jo 19,25).
Bento XV chamou Maria de Corredentora?
Não com esse título. Inter sodalicia não usa a palavra Corredentora, mas a sua fórmula «redimiu o gênero humano com Cristo» foi muito usada pelos teólogos da corredenção no século XX. A nota doutrinal Mater populi fidelis do Dicastério para a Doutrina da Fé (4 de novembro de 2025) cita Inter sodalicia entre os textos do Magistério sobre a cooperação de Maria na obra da salvação (n. 13, nota 22), mas conclui que «é sempre inoportuno o uso do título de Corredentora para definir a cooperação de Maria» (n. 22), porque o título corre o risco de obscurecer a única mediação salvífica de Cristo. A doutrina da cooperação de Maria permanece, o título é que não se recomenda. Veja Maria corredentora: o que o título significa (e o que não significa) e a revisão dos títulos de Corredentora, Medianeira e Advogada.
Maria Medianeira e o Rosário
Em 12 de janeiro de 1921, atendendo ao pedido do cardeal Désiré-Joseph Mercier, arcebispo de Malines, Bento XV concedeu a toda a Bélgica o Ofício e a Missa de Santa Maria Virgem «Medianeira de todas as graças», a celebrar em 31 de maio. O cardeal pedira também a definição dogmática da mediação universal de Maria, e o papa não a concedeu (Mater populi fidelis, n. 23 e nota 46). Sobre o sentido e os limites do título, veja Maria medianeira de todas as graças.
Na encíclica Fausto appetente die (29 de junho de 1921), pelo sétimo centenário da morte de São Domingos, Bento XV apresenta o Rosário, oração ao mesmo tempo vocal e mental, como meio privilegiado de alimentar a caridade e todas as virtudes no povo cristão, e pede aos dominicanos que difundam a sua prática, seguindo o exemplo de Leão XIII. Mais sobre a oração em o Rosário de Maria.
Documentos marianos de Bento XV
| Documento | Data | Tipo | Tema mariano |
|---|---|---|---|
| Decreto da Congregação dos Assuntos Eclesiásticos Extraordinários | 16 nov. 1915 | Decreto | Permite acrescentar Regina pacis à Ladainha |
| Carta ao cardeal Gasparri | 5 maio 1917 | Carta | Fixa Regina pacis, ora pro nobis na Ladainha a partir de 1.º de junho de 1917, as graças dispensadas pelas mãos de Maria |
| Inter sodalicia | 22 mar. 1918 | Carta apostólica (breve) | Virgem das Dores e boa morte, cooperação de Maria junto da cruz (AAS 10, 181-184) |
| Concessão do Ofício de Maria Medianeira | 12 jan. 1921 | Concessão litúrgica | Festa de Maria Medianeira de todas as graças para a Bélgica (31 de maio) |
| Fausto appetente die | 29 jun. 1921 | Encíclica | São Domingos e o Rosário |
O Código de Direito Canônico de 1917
Com a bula Providentissima Mater Ecclesia, dada no dia de Pentecostes, 27 de maio de 1917, Bento XV promulgou o primeiro Codex Iuris Canonici, a obra desejada pelo Concílio Vaticano I e iniciada por Pio X. Para que todos o conhecessem antes de vigorar, o Código só obrigou a partir do Pentecostes seguinte, 19 de maio de 1918. Na sua preparação trabalharam o cardeal Pietro Gasparri e o jovem Eugenio Pacelli. Organizado em 2.414 cânones, o Código pio-beneditino vigorou até o Código de 1983, promulgado por São João Paulo II. No mesmo ano de 1917, Bento XV criou a Congregação para a Igreja Oriental (Dei providentis, 1.º de maio) e o Pontifício Instituto Oriental (Orientis catholici, 15 de outubro).
Maximum illud e Spiritus Paraclitus: missões e Sagrada Escritura
A carta apostólica Maximum illud (30 de novembro de 1919) é considerada a carta magna das missões modernas. Bento XV pede aos missionários que não sirvam aos interesses da pátria terrena, mas ao Reino de Cristo, e insiste na formação de um clero local: «não se deve formar um clero indígena como se fosse de classe inferior», mas preparado para um dia assumir o governo da comunidade cristã.
A encíclica Spiritus Paraclitus (15 de setembro de 1920), no décimo quinto centenário da morte de São Jerônimo, propõe o tradutor da Vulgata como modelo de amor à Sagrada Escritura e reafirma a sua inspiração e a verdade dos livros sagrados. Outras encíclicas do pontificado celebram São Bonifácio (1919), Santo Efrém, proclamado Doutor da Igreja (1920), São Francisco de Assis (1921) e Dante Alighieri (1921). Bento XV canonizou também Santa Margarida Maria Alacoque e Santa Joana d’Arc, em 1920.
Morte e legado de Bento XV
Bento XV morreu em Roma em 22 de janeiro de 1922, aos 67 anos, vítima de pneumonia. Ao ser eleito, catorze Estados tinham representantes junto da Santa Sé, e ao morrer eram vinte e sete. Em 11 de dezembro de 1921 foi inaugurada em Constantinopla uma estátua em sua honra, com a dedicatória ao «grande Pontefice dell’ora tragica mondiale», benfeitor dos povos sem distinção de nacionalidade nem de religião. Na Itália, abriu caminho à participação dos católicos na vida política, ao deixar de aplicar o non expedit em 1919. Sucedeu-lhe Pio XI.
O seu nome voltou à memória em 2005, quando Joseph Ratzinger escolheu chamar-se Bento XVI. Na audiência geral de 27 de abril de 2005, explicou que quis ligar-se a Bento XV, «um profeta corajoso e autêntico de paz» (Bento XVI, audiência geral, 27 de abril de 2005). Para a mariologia, o seu pontificado faz a ponte entre a Ad diem illum de Pio X (1904) e o magistério mariano de Pio XI e Pio XII: «Rainha da paz» na Ladainha, a Virgem das Dores junto da cruz e a confiança em Maria como dispensadora das graças em tempo de guerra.
Perguntas frequentes sobre o papa Bento XV
Quem foi o papa Bento XV?
Bento XV foi o papa da Primeira Guerra Mundial. Nascido Giacomo della Chiesa em Gênova, em 21 de novembro de 1854, foi diplomata da Santa Sé e arcebispo de Bolonha. Eleito em 3 de setembro de 1914, governou a Igreja até morrer, em 22 de janeiro de 1922. Promulgou o Código de Direito Canônico de 1917 e lutou incansavelmente pela paz.
Quando Bento XV foi papa?
De 3 de setembro de 1914 a 22 de janeiro de 1922, cerca de sete anos e meio. Sucedeu a Pio X, que morreu em 20 de agosto de 1914, e foi sucedido por Pio XI. Quase metade do pontificado coincidiu com a Primeira Guerra Mundial, e o restante com a difícil reconstrução do pós-guerra.
O que Bento XV fez na Primeira Guerra Mundial?
Manteve a imparcialidade entre os beligerantes, organizou socorro a prisioneiros, feridos e crianças e fez repetidos apelos à paz. Em 1.º de agosto de 1917 enviou aos governantes uma nota com propostas concretas: desarmamento recíproco, arbitragem internacional, liberdade dos mares, renúncia às indenizações e restituição dos territórios ocupados. Chamou a guerra de massacre inútil. A proposta foi rejeitada pelos dois lados.
Qual é a relação entre Bento XV e Fátima?
Em 5 de maio de 1917, Bento XV fixou na Ladainha de Nossa Senhora a invocação Rainha da paz, rogai por nós, a partir de 1.º de junho. Oito dias depois, em 13 de maio de 1917, deu-se a primeira aparição de Fátima, e no mesmo dia o papa ordenou bispo Eugenio Pacelli, o futuro Pio XII. Bento XV nunca se pronunciou sobre Fátima, reconhecida pelo bispo de Leiria em 1930.
Bento XV ensinou que Maria é corredentora?
Na carta Inter sodalicia (1918), Bento XV escreveu que Maria sofreu com o Filho junto da cruz de tal modo que se pode dizer que, com Cristo, redimiu o gênero humano. Não usou o título Corredentora. Em 2025, a nota Mater populi fidelis citou esse texto entre os que tratam da cooperação de Maria, mas julgou inoportuno o uso do título Corredentora.
Qual é a diferença entre Bento XV e Bento XVI?
São papas diferentes. Bento XV (Giacomo della Chiesa) governou a Igreja de 1914 a 1922, durante a Primeira Guerra Mundial. Bento XVI (Joseph Ratzinger) foi papa de 2005 a 2013. Ratzinger escolheu o nome Bento também em memória de Bento XV, a quem chamou profeta corajoso e autêntico de paz.
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