Novo testamento e Maria: uma visão de conjunto

Novo testamento e Maria: uma visão de conjunto
Novo Testamento e Maria, uma visão de conjunto

A presença de Maria no Novo Testamento é discreta mas teologicamente densa. Os dados evangélicos são escassos em quantidade, mas ricos em significado. Para artigo completo sobre os Evangelhos: Evangelhos e Maria. Para o Antigo Testamento: Maria no Antigo Testamento.

O corpus lucano

Lucas (Evangelho + Actos) é a principal fonte neotestamentária sobre Maria. O Evangelho contém: Anunciação, Visitação, Magnificat, Natividade, Apresentação, Encontro no Templo. Os Actos mencionam Maria no Cenáculo (Act 1,14), o único dado pós-Pentecostes.

O corpus joânico

João menciona Maria em dois momentos (ver: Evangelhos e Maria): Caná (Jo 2) e o Calvário (Jo 19). O Apocalipse 12 apresenta a “Mulher vestida de sol”, figura que a tradição interpreta como Maria e a Igreja.

Paulo e a Virgem

Paulo menciona implicitamente a maternidade virginal de Maria em Gálatas 4,4: “Deus enviou o seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a Lei.” A expressão “nascido de mulher”, sem menção de pai, é lida pela exegese como alusão à conceção virginal. É a referência paulina mais directa à maternidade de Maria.

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Magistério da Igreja

Invenitur Maria in novo Testamento: in Evangeliis Nativitatis, in ministério público Iesu, sub Cruce, et in Cenaculo Pentecostes.

Concílio Vaticano II, Const. Dogm. Lumen Gentium, n. 58

📚 Tradução literal: Maria aparece no Novo Testamento: nos Evangelhos da Natividade, no ministério público de Jesus, sob a Cruz e no Cenáculo de Pentecostes.

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